Quanto mais eu o adorava, quanto mais o pesar da culpa me alcançava, mais eu adormecia.
O meu amor, junto à luz do sol, inundava a sua janela.
O teu amor, junto ao retirar da lua, falecia.
O sono tinha se tornado um tormento, que com um impulso cruel, fez do amor esquecimento.
No sol eu tinha o objeto, o alivio, a sorte. Um eu sem sentido e entregue ao sentimento.
Nenhum comentário:
Postar um comentário