10 agosto, 2009

Academia Dos Esquecidos

Quanto mais eu o adorava, quanto mais o pesar da culpa me alcançava, mais eu adormecia.

O meu amor, junto à luz do sol, inundava a sua janela.
O teu amor, junto ao retirar da lua, falecia.

O sono tinha se tornado um tormento, que com um impulso cruel, fez do amor esquecimento. 

No sol eu tinha o objeto, o alivio, a sorte. Um eu sem sentido e entregue ao sentimento.

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