Estava chutando algumas pedras, ao lado do parquinho com um carrossel, quando ele se aproximou. Eu tinha chegado há alguns dias e ainda não tinha me acostumado com o clima. Ele usava uma fantasia do Batman. Chutei uma pedra que foi parar em seus pés, ele sorriu, a pegou na mão. Sorri de volta. “Apolo” falaram.
A partir daí me perdi naquela imensidão azul que parecia se achar dentro de mim.
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