Relembro às conversas, os sorrisos, as respirações. Projeto-me no futuro com novos olhos e boca, mas com o mesmo amor. Vejo-me acreditando que o amor não vai acabar. Você se vê acreditando que ele acabará. Se vê tentando enterrar o amor que todo dia saúdo com alegria. Melhor, se vê descrente quanta a existência do mesmo. Eu, nossa casa, e até mesmo o nosso gato esperto te ama. Mas de que adianta tal amor? Tola sou eu ao saudá-lo. Um só querer o tornou amargo. Se prometi me cuidar, desculpe, menti.
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