Ganhei meu primeiro par de asas no dia dezoito de agosto de mil oitocentos e sessenta e seis, meu desaniversário. Vieram acompanhadas por fumaças que seguiam sempre para a direita e pelo sorriso mais bonito do mundo. Logo me pus a abri-las e experimentá-las, mas, onde procurava toda a felicidade do mundo, só encontrei a dor.
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