Durma e deixe que o tempo passe. Passe por ti e por mim e quando acordar só há de sentir a música. Dançará sem que teus pés toquem o chão. Dançará por lembranças de sonhos e esbarrará em mim.
Roubarei-lhe um beijo e em teus pálidos lábios hei de encontrar um sopro de vida.
29 janeiro, 2010
28 janeiro, 2010
Capítulo 15
Stella vestia um doce tom de azul, contrastando com o tronco nu de Theo.
Theo tinha a mão em sua cintura e encarava o espelho em frente à deles. Observava suas silhuetas.
- Que há contigo, Theo?
- Um mundo de coisas, Stella. Você sabe...
- Não, Theo, eu não sei. Não ligo para essas ou para aquelas coisas. Nada disso importa agora.
Theo se pôs diante de Stella, acariciava-lhe o rosto – Tens razão, agora és minha garota e o passado não nos importa.
Theo tinha a mão em sua cintura e encarava o espelho em frente à deles. Observava suas silhuetas.
- Que há contigo, Theo?
- Um mundo de coisas, Stella. Você sabe...
- Não, Theo, eu não sei. Não ligo para essas ou para aquelas coisas. Nada disso importa agora.
Theo se pôs diante de Stella, acariciava-lhe o rosto – Tens razão, agora és minha garota e o passado não nos importa.
21 janeiro, 2010
custa caro
És a mais bela obra de nosso teatro banal. Cinco estações já passaram por ti e continuas a exibir esse sorriso maquinal. Pigarreias impulsos e cobres o céu com a lua. Serás sempre tão belo quanto serei sua.
Conheço a minha ilusão e por isso digo: cantemos a este herói.
Conheço a minha ilusão e por isso digo: cantemos a este herói.
19 janeiro, 2010
Cavalo Marinho
A escuridão, junto às notas da música de tua preferência, acaricia tua pele. Roda, então, o suficiente para ver teu corpo ir d’encontro ao chão. Sente o granito refrescar teus medos e anseios. Não lhe basta. Precisa se libertar, sair e finalmente voltar a si.
Abre e pula de sua janela. Sente um frescor, muito maior que o que outrora experimentara, lhe envolver. Em seqüência, sente toda a dor e liberdade que esse mundo havia guardado. Estás flutuando em teus vários tons.
Abre e pula de sua janela. Sente um frescor, muito maior que o que outrora experimentara, lhe envolver. Em seqüência, sente toda a dor e liberdade que esse mundo havia guardado. Estás flutuando em teus vários tons.
12 janeiro, 2010
Capítulo 14
Um ar de melancolia alcoólica pairava sobre Nick. Olhava o céu por entre galhos, deitado sob folhas de tons vermelhos e amarelos. Mantinha a lembrança de um fraco riso sob os lábios, era o quinto dia de outono.
Sarah trazia-me todo o nervosismo e a falta de fala desse mundo. Quando me punha a olhar para ela, ela praguejava e tampava o rosto com aquelas pequenas mãos. Era então que eu mais a amava. Criava jogos bobos onde todas as regras a favoreciam – Sentou-se e pegou o vinho que Theo lhe oferecia. – Se Ian não estivesse no Sul, falaria agora que formávamos um belo casal. Eu então concordaria e falaria que nos amávamos com o amor mais bonito desse mundo. Um dia, voltando pro estúdio, pus-me a acelerar o carro e encará-la. Ela falou "Já não basta insistir em me encarar quando estamos sentados em algum banco, agora vai querer também qu'eu morra com teus olhos sob mim?!" Eu não conseguia me cansar de olhá-la.
Não existiria tempo o suficiente para lhe cansar, Nick – Respondeu Theo, terminando o vinho.
Sarah trazia-me todo o nervosismo e a falta de fala desse mundo. Quando me punha a olhar para ela, ela praguejava e tampava o rosto com aquelas pequenas mãos. Era então que eu mais a amava. Criava jogos bobos onde todas as regras a favoreciam – Sentou-se e pegou o vinho que Theo lhe oferecia. – Se Ian não estivesse no Sul, falaria agora que formávamos um belo casal. Eu então concordaria e falaria que nos amávamos com o amor mais bonito desse mundo. Um dia, voltando pro estúdio, pus-me a acelerar o carro e encará-la. Ela falou "Já não basta insistir em me encarar quando estamos sentados em algum banco, agora vai querer também qu'eu morra com teus olhos sob mim?!" Eu não conseguia me cansar de olhá-la.
Não existiria tempo o suficiente para lhe cansar, Nick – Respondeu Theo, terminando o vinho.
06 janeiro, 2010
02 janeiro, 2010
Feliz 2010
A todos os meus amores, teus abraços e teu sorrisos.
Dentro desta caixa laminada, vejo-me, há um ano, iniciando uma sequência de atos que trariam toda alegria e lágrimas desse mundo.
Aprender a não ter medo pode parecer-lhe impossível. Afinal, assim como eu, és um mero ser humano. Submerso em seu próprio mundo, imerso em pura fragilidade.
Agora me vou,
Outrora nos encontraremos.
Queria lhe pedir isso; e o fiz.
Cuide-se.
Dentro desta caixa laminada, vejo-me, há um ano, iniciando uma sequência de atos que trariam toda alegria e lágrimas desse mundo.
Aprender a não ter medo pode parecer-lhe impossível. Afinal, assim como eu, és um mero ser humano. Submerso em seu próprio mundo, imerso em pura fragilidade.
Agora me vou,
Outrora nos encontraremos.
Queria lhe pedir isso; e o fiz.
Cuide-se.
Capítulo 13
Olhou-me nos olhos e com todo o polir que lhe cabia, abriu a porta do café. Não o conhecia e naquele ponto me perguntava por onde andava aquela face. Nunca a tinha visto por essas ruas.
Estava sentada à mesa com Stella e David. Conversávamos sobre todos os momentos que outrora compartilhamos. Entre o mar que viu-nos nus e o albergue em Amsterdam, recebi um guardanapo.
"Quero você em todo lugar qu'eu for"
Você tem a pior grafia desse mundo.
Estava sentada à mesa com Stella e David. Conversávamos sobre todos os momentos que outrora compartilhamos. Entre o mar que viu-nos nus e o albergue em Amsterdam, recebi um guardanapo.
"Quero você em todo lugar qu'eu for"
Você tem a pior grafia desse mundo.
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