21 janeiro, 2010

custa caro

És a mais bela obra de nosso teatro banal. Cinco estações já passaram por ti e continuas a exibir esse sorriso maquinal. Pigarreias impulsos e cobres o céu com a lua. Serás sempre tão belo quanto serei sua.

Conheço a minha ilusão e por isso digo: cantemos a este herói.

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