05 fevereiro, 2010

tudo bem

Minhas mãos sangravam amargas tangerinas. Não nos víamos há quarenta e sete dias. Deitei-me. Você fumava outro cigarro, sentado sob tijolos.

Sorri com todo o sol que tinha dentro de meu frágil corpo. Os raios de sol ofuscaram tua visão e levaram-te para longe. Beijei-te, então, com todas as cores do arco celeste e já não saberias dizer onde estava.

O calor era afeto que dentre lutas expandia-me o peito.

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