07 março, 2010

febre

És uma gota de vinho que, entorpecida, dança ao ritmo de uma bela melodia. És um feixe de luz fugido, o tardar que fita-me o rosto. És uma emoção acanhada puxando-me os cabelos.

E irás ouvir “És o torpor febril que, me inundando o corpo, dá-me vida”

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