Teu corpo é tão pálido. Minha cabeça pulsa, pulsa, pulsa. Pensamentos antes tão escuros, agora tão claros, escorrem até teu pescoço, nariz e lábios. Também escorro; minhas pernas se perdem dentre as tuas. Tuas unhas me rasgam as costas, eu as pus ali. Se não fossem as cicatrizes, amanhã já não me lembraria de ti.
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