O relógio finalmente bate as duas badalas pelas quais tanto anseio ouvir. Abres a porta.
Tuas mãos guardam cicatrizes tão belas.. És magra, tem a pele alva, e ainda guarda o cheiro mais fresco do mundo nos cabelos. Leva-me até a sala; a parede coberta por cartas direcionadas à mim e uma árvore com folhas em formato de palma "Ainda pinta?" pergunto-lhe. "Ainda guardo um galho para tuas mãos, sim"
Posso ver borros de tinta em teus pés. Vertigem sobe-me a espinha. Se ao menos soubesse o quanto queria lhe dar o sol..
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