Perco tudo que julgava chão.
Senta em um banco cor de azul, acende um cigarro.
Pergunta o porque d'eu não acreditar em tua existência.
Acredito sim, eu respondo.
Só não acredito em tua presença.
(O estranho é não saber o que é teu corpo.
Sei de tua alma leve, de teu cheiro fresco, mas só.
Já não sei discernir o real).
Nenhum comentário:
Postar um comentário