16 julho, 2011

diário de um bibliotecário. segundo banco do parque.

Construí meu primeiro amor com uma garota de olhos castanhos chamada Lua. Éramos muito jovens quando o fizemos e mais jovens ainda quando nos perdemos. Lembro-me de ter sido o mais doce. Sempre é. O primeiro é construído por um corpo que ainda é só sol.. Não precisa gastar a luz com curas. Só brilhava, voava.
Há muito perdi o contato com ela, mas, até hoje, quando a tarde vai acabando e as nuvens se fazem de espelho pro sol, digo que a amo. Sempre vou amar.

11 julho, 2011

[o tempo precisa voltar a fugir um pouco com agente]