Acordei velhinha, uns setenta e três anos. Descobri que
tinha trocado o chocolate no leite por mel e que o mero acordar já me era motivo
pra explodir em sorrisos. Tudo fazia silêncio e tinha um passarinho azul na
janela. Não sei explicar o que senti: não parecia ter nenhum outro alguém lá,
mas meu peito nunca esteve tão cheio de amor.
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